Esses dias uma conversa entre a minha irmã (de apenas 5 anos) e uma amiguinha dela (de apenas 7 anos) chamou a minha atenção. Elas estavam brincando de boneca, onde elas eram as mães e as bonecas eram as filhas:
Minha irmã (I): Minha filha me desobedece.
Amiguinha da minha irmã (A): A minha também.
I: Mas eu bato nela. Eu posso bater nela.
A: É. Eu também. E ainda tem essa lei que proíbe bater.
I: É, mas eu bato, a filha é minha.
A: Tinha que jogar as polícias tudo na justiça.
I: É.
A: Se eles (a polícia) reclamarem a gente leva eles (os filhos) pra lá pra eles cuidarem.
I: Aham.
A: Se a gente não bater vai dar mais trabalho pra eles.
I: É. Da próxima vez a gente não bate e deixa eles (os filhos) virarem marginais pra dar mais trabalho pra eles.
A: É.
É incrível o pensamento de crianças hoje em dia. Elas acham que podem bater só porque são as mães. Como se bater resolvesse alguma coisa. Se fosse assim, era pra eu ser uma santa (A) [rsrsrsrs...]; minha mãe nunca foi de me espancar não, mas me batia de vez em quando. Outro exemplo: Pessoas drogadas, estupradores e outros apanham pra caramba e não tomam jeito.
O fato de você não bater no seu filho não significa que você não o corrige e nem que ele vai virar marginal. Corrigir não significa bater, significa ensinar, educar com paciência, amor e carinho. Bater é um ato de violência e não demonstra amor.
É o que eu sempre digo: Violência gera violência.
Mas parece que os pais não enxergam isso, e passam essa visão para os filhos.
Mas parece que os pais não enxergam isso, e passam essa visão para os filhos.
Beijos, LK.
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